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  CARTA AO FILHO

 

Meu filho você não sabe, mas em 1995 eu estava tentando dar meus primeiros passos novamente. A direção que eu seguia com tanta veemência era o caminho do bar. Seu avô que você não chegou a conhecer ficava só observando seu pai com os ferros nos braços  enquilibrando  os ossos destroçados pela merda do ônibus. Eu sinto um puta orgulho de poder mostrar meu braço para você meu filho. O papai nunca vai esquecer que quando tomamos banho juntos você pede para beija o braço papai e diz: “Você vai ficar bom pai!”. Seu avô era um cara muito legal. Ele era careta e todo conservador. O Sr° Luiz tinha seus sonhos e suas teorias sobre as coisas da vida. Seu pai é uma figura meio maluca e contraditória. Os princípios ensinados na infância pelo seu avô ainda permanecem vivos aqui no peito do seu pai. É certo que a vida nos da caminhos e possibilidades, mas o que me mantem na linha em termos são os ensinamentos que aprendi na sala de casa. Seu avô falava assim para seu pai: “Filho. Vai na mercearia e compra uma  coca- cola” . Puta que o pariu. Aquela coca-cola de 1 litro dava para toda família beber. Alguém ai lembra que no primeiro gole os olhos lacrimejavam? Sou viciado em coca e tomo 2 litros num domingo sem ter a mesma sensação. Eu olho você dormindo no colo da sua mãe e fico meio besta com vocês meu filho. Às vezes é difícil acreditar que um cara que perdeu metade do rádio do braço no osfalto seria capaz de casar e ter filhos. Eu pensei que eu seria um inválido. Seu avô sempre me falou na beirada do leito de hospital que eu ia melhorar e voltar ao normal. Ele quase acertou em cheio. Normal nunca vai ser. Ninguém sai o mesmo depois de uma cirurgia. Hoje acho besteira achar que tu é rasgado por um médico e depois se recupera e tudo volta ao normal. A porra da experiência sempre vai deixar sequelas. Não importa onde foi o corte. Nesta vida não é preciso o sangue jorrar para um homem se tornar um inválido. O amor nem sempre é bom. Os poetas já alertaram sobre isto no decorrer da história. Filho, no dia em que perguntarem o que seu pai realmente quer da vida ele vai falar : “Eu quero pegar meu neto no colo e ensinar só besteira para ele!” Eu chamo isso de amor. Eu amo você e sua mãe. Eu tenho medo de amar. Eu sou meio violento e possessivo. Teu pai aprendeu a acreditar em caráter e lealdade como seu avô acreditava. Hoje algumas pessoas chamam isto de ingenuidade. Pode até ser. Mas enquanto seu pai estiver ao seu lado ele vai te ensinar a brigar e ser sempre um cara de caráter e ter consigo o verdadeiro valor da palavra lealdade. Ainda vamos tomar umas cervejas juntos. O papai já escolheu a canção que vai embalar o futuro porre entre pai e filho. Vai ser esta que estou ouvindo. Acredito que ela contém alguns ensinamentos sobre a vida que você encontrar na sua trajetória meu filho

 

 



Escrito por anselmo às 23h25
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Raul Seixas - Meu Amigo Pedro
Tom: G

G                  C     G
Muitas vezes Pedro você fala
                       C   G
Sempre a se queixar da solidão
C                              G
quem te fez com ferro fez com fogo, Pedro
   D7                     G
É pena que você não sabe não
                      C    G
Vai pro seu trabalho todo dia
                         C  G
Sem saber se é bom ou se é ruim
C                             G
quando quer chorar vai ao banheiro
D7                              G
Pedro, as coisas não são bem assim
                        C   G
Toda vez que eu sinto o paraíso
                   C     G
Ou me queimo torto no inferno
   C                        G
Eu penso em você meu pobre amigo
D7                         G
Que só usa sempre o mesmo terno
C               D7            G
Pedro onde você vai eu também vou
C               D7            G
Pedro onde você vai eu também vou

           Em       A7  D7   G
Mas tudo acaba onde co..me..çou
                      C    G
Tente me ensinar das tuas coisas
                        C        G
Que a vida é séria e a guerra é dura
C                           G
Mas, se não puder cale essa boca, Pedro
  D7                      G
E deixa eu viver minha loucura
                     C      G
Lembro Pedro aqueles velhos dias
                        C       G
Quando os dois pensavam sobre o mundo
C                     G
Hoje eu te chamo de careta
D7                      G
E você me chama vagabundo
C               D7             G
Pedro onde você vai eu também vou
C               D7            G
Pedro onde você vai eu também vou
            Em       A7  D7   G
Mas, tudo acaba onde co..me..çou
                  C     G
Todos os caminhos são iguais
O que leva à glória ou a

      C    G
     perdição
C                          G
Há tantos caminhos, tantas portas
D7                       G
Mas, somente um tem coração
                    C   G
E eu não tenho nada a te dizer
                      C      G
Mas, não me critique como eu sou
C                       G
Cada um de nós é um universo, Pedro
D7                      G
Onde você vai eu também vou
C               D7            G
Pedro onde você vai eu também vou
C               D7            G
Pedro onde você vai eu também vou
           Em       A7  D7   G
Mas tudo acaba onde co..me..çou
             Em       A7  D7   G


Escrito por anselmo às 23h22
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Desde moleque tenho mania de ficar ali no canto cantarolando alguma canção antiga. Meus amigos me chamam de nostalgico. Mas gosto muito de olhar para o nada e ter somente como companheiros meu maço de cigarro, cerveja e meus pensamentos. Esta é uma das canções que sem nem notar quando estou ébrio e sozinho no ponto da nove de julho em direção ao Capão redondo sozinho eu canto baixinho

Eduardo Dussek - Aventura

Vi seu olhar seu olhar de festa, de farol de moto, azul
celeste
Me ganhou no ato uma carona pra lua .....te arrastei
estradas, desertos
Botecos abrindo e a gente rindo, brindando cerveja,
como se fosse champagne
Todos faróis me lembram seu olhos, durmo a viajar
entre lençóis
Teu corpo fica a dançar, no meio do nosso jantar, luz
de velas
Aventurar por toda cidade a te procurar, todos
lugares
Pintam ciúmes na mesa de um bar, mas você sente a
começa a brincar
Diz : Fica frio, meu bem, é melhor relaxar
Palmeira no mar


Escrito por anselmo às 22h10
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