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Pacote com Frete Grátis para Todo País: 5 Livros do Dramaturgo Mário Bortolotto

Atire No Dramaturgo - Coletânea de textos extraída do blog homônimo.
Doze Peças - Teatro
Para Os Inocentes que Ficaram em Casa - Poesia
Bagana na Chuva - Romance
Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet - Teatro: Com Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet o dramaturgo Mário Bortolotto levou o prêmio shell como melhor texto. Em 2008 chega aos cinemas a adaptação desta peça.
Valor Total do Pacote: R$120,00
Todos os livros desse pacote são novos e podem ser autografados pelo autor.
Escrito por anselmo às 16h44
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Minhas sobrinhas, mesmo antes de saberem escrever direito já estavam dominando o computador aqui de casa. Entravam em joguinhos, editor de textos, programas de desenhos e manipulação de fotos. Aliás, foi uma delas que me ensinou a entrar no tal de orkut, porque eu nem sabia direito o que era. Meu filho Pedro apesar de ter apenas 4 anos já é interessado em coisas eletrônicas. Quer usar o computador (coisa que o pai dele odeia, por medo de dar problema), quer games, carrinho de controle remoto... é esse o tipo de coisa que ele pede de aniversário (só não ganhou ainda). Trabalhei durante 2 anos datilografando contratos, em imobiliária, numa máquina de escrever manual (porque o mais moderno eram as máquinas eletrônicas ou sei lá como se chamavam). Fiquei sabendo que só depois de uns 5 anos que eu sai de lá é que eles resolveram comprar um PC. Nunca mais tinha visto uma máquina de escrever até minha sobrinha, a mais velha, com 15 anos chegar na minha casa com uma manual. Fiquei com cara de besta olhando pra ela sem entender nada, até que ela resolveu falar, e disse que tinha curiosidade de saber como era usar uma daquelas máquinas antigas que eu usava no meu primeiro emprego. Curiosidade de usar coisas de museu. Caraca me senti um dinossauro. Ela datilografou cartas pra todas amigas, pra alguns parentes e bobagens de adolescente, até cansar. Deixou a máquina de lado e aí foi a vez do Pedro. Ficou todo encantado com aquela velharia e começou a datilografar seu nome, o meu o do pai, da avó, de quase todos que ele conhece. Depois pegou o seu livrinho de fotos e nomes e começou a copiar as palavras mais fáceis indo até as mais difíceis. Eu e o Anselmo ficamos ali, do lado, só olhando. Bestas babando na cria. E o mais engraçado é que ele estava fazendo com tanta facilidade, aos 4 anos de idade, o que eu me matava pra fazer com 18 anos. Agora fico aqui imaginando que tipo de computador ou ciência que essas crianças vão usar quando chegar a hora de ter o primeiro emprego.
Rô
Escrito por anselmo às 18h48
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