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CHEGARAM AS REVISTAS COYOTE 16 E 17 NO SEBO DO BAC
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A 16a edição da revista de literatura e artes traz ensaio fotográfico de Boris Kossoy, traduções de Alejandra Pizarnik (Argentina) e Robert Melançon (Canadá), dossiê com o cartunista Marcatti, antologia de poemas de Marcos Prado, contos de Nelson de Oliveira e Miguel Sanches Neto, além de poemas de Nelson Sato A revista independente Coyote, editada em Londrina (PR) e patrocinada pelo PROMIC (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) traz em seu 16º número um dossiê com o quadrinista paulistano Marcatti (autor de gibis como Lodo, Mijo, Refugo, Prega, Ventosa e Frauzio). Em entrevista a Ademir Assunção, ele revisita sua carreira, fala sobre seu processo criativo, de escatologia, e da parceria com Glauco Matoso em Glaucomix. Coyote traz textos de uma das mais importantes poetas latino-americanas do século 20, a argentina Alejandra Pizarnik (1936-1972), traduzidas por Ana Maria Ramiro, e do poeta contemporâneo canadense Robert Melançon (introduzido e traduzido pela professora Jerus Pires Ferreira). O número presta homenagem à obra poética de Marcos Prado (1961-1996), com uma mini-antologia de sua obra em apresentação de Thadeu Wojciechowski, que escreve: “Prado é destes poetas que tiveram a coragem (ou imprudência?) de impregnar a chama eterna da poesia que tanto amava com os fragmentos descartáveis da vida”. A edição também traz capa e um ensaio assinados pelo fotógrafo e historiador de fotografia Boris Kossoy, com suas cenas insólitas e enigmáticas. Como escreveu Vasco Granja, "Kossoy é um observador atento da realidade - que transforma, segundo a ação de René Magritte, o mestre que o inspirou indelevelmente, em imagens trágicas dominadas pelo terror das condições mais degradantes que o homem impõe a si e aos outros". Presentes nesta edição estão também poemas de Adalberto Müller e Nelson Sato, além de prosas inéditas de Nelson de Oliveira e Miguel Sanches Neto. E, como se tornou recorrente nas edições da revista, a contracapa traz o cartum irreverente de Beto, com o Movimento Contra o Loteamento do Céu. COYOTE é uma publicação da Coyote Edições, editada por Ademir Assunção, Marcos Losnak, Maurício Arruda Mendonça e Rodrigo Garcia Lopes. Projeto gráfico de Marcos Losnak.
Entre os destaques da revista de literatura e artes estão dossiê com o escritor, poeta e ensaísta Andrei Codrescu (Romênia, 1946), poemas do chileno Roberto Bolaño, mais conhecido como prosador, a poesia de Fernando Karl e Veludo negro, uma mini-antologia com seis jovens poetas brasileiras. Também traz o desenho de Carlos Carah, traduções de Gertrude Stein e as prosas à margem de Ricardo Carlaccio e Rubens K , entre outros “A ironia me parece um poderoso artefato para desativar a realidade. Agora vejamos, o que acontece quando vemos algo que tínhamos visto, por exemplo, numa fotografia e de repente vemos de verdade? É possível ironizar sobre a realidade, não crer nela, quando estamos vendo algo que é verdade?”. É sob o espírito desta citação de Enrique Vila-Matas, editorial do número 17, que Coyote, revista de literatura e arte editada em Londrina (PR), chega a seu décimo-sétimo número, depois de ter publicado quase duzentos autores (escritores, fotógrafos, ensaístas, tradutores do Brasil e de diversas partes do mundo). Em seus cinco anos de atividade, completados com o número 15, Coyote prossegue abrindo espaço para novos autores, além de resgatar e apresentar nomes importantes das letras e das artes, de épocas e lugares diferentes, incitando à reflexão e à criação literária. A revista é patrocinada pelo PROMIC (Programa Municipal de Incentivo à Cultura) da cidade de Londrina. Um dos destaques do número é o dossiê “Caçador de Diferenças”, com o escritor Andrei Codrescu (Romênia, 1946), inédito no Brasil, em entrevista feita a Rodrigo Garcia Lopes, além da tradução de quatro capítulos de seu livro (prosa) Zoombification, traduzidos por Kátia Hanna. Como escreveu Lawrence Ferlinghetti, "Codrescu sempre dá um jeito de criar um desejo ardente pelo que é subversivo — algo extremamente necessário nesses tempos de ‘fascismo amistoso’”. Coyote 17 também apresenta os poemas do escritor chileno Roberto Bolaño (1953-2003), mais conhecido como prosador. Sua carreira meteórica foi marcada pela fundação do movimento mexicano infrarrealista nos anos 70. Apesar de mais conhecido como romancista (Os Detetives Selvagens, 2666, De Noite no Chile, entre outros), Bolaño era uma espécie de poeta da prosa, tendo publicado dois volumes de poesia: Los Perros Románticos e La Universidad Desconocida. A nova ficção brasileira também está presente no número com os textos de Rubens K. E Ricardo Carlaccio. A modernista norte-americana Gertrude Stein (1874-1946) traduzida e apresentada por Luci Collin, é também um dos carros-chefes do número, que traz ainda a antologia Veludo Negro Rosa: uma seção que mostra a força poética de seis jovens autoras brasileiras: Ana Rüsche, Bruna Beber, Izabela Leal, Lígia Dabul, Luana Vignon e Monica Berger. O desenhista Carlos Carah também mostra seus traços, num número que tem ainda poesia visual de Vinícius Lima e poemas de Fernando Karl. Na Contracapa, o Movimento Contra a Lei Seca. COYOTE é uma publicação da Coyote Edições, editada pelos poetas Ademir Assunção, Marcos Losnak, Maurício Arruda Mendonça e Rodrigo Garcia Lopes. Projeto gráfico de Marcos Losnak.
Escrito por anselmo às 00h03
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CONFISSÕES DAS MULHERES DE 30
Dramaturgia Domingos Oliveira
Direção Fernanda D´Umbra
Com Camila Raffanti, Juliana Araripe e Melissa Vettore
Figurino Marina Reis
Cenário Valdi Lopes Jn.
Iluminação Marcelo Montenegro
Trilha Sonora Selecionada Carlos Eduardo Miranda
Fotografia Alexandre Catan
Supervisão Eduardo Wotzik
Textos Originais de Clarice Niskier, Priscilla Rozenbaum, Domingos Oliveira, Dino Menasche, Lenita Plonczynski, Dedina Bernardelli, Cacá Mourthé, Clarisse Derzié e Maitê Proença.
TEATRO FOLHA
Shopping Pátio Higienópolis
Av. Higienópolis, 618
quartas e quintas - 21h
Ingresso: R$20,00
Televendas: (11) 3823.2737
Escrito por anselmo às 11h40
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Amigos, nesta quarta-feira próxima, dia 11 de junho, a Amauta Editorial lançará mais um autor inédito no Brasil: Ramón Gómez de la Serna. De toda a sua vasta bibliografia, GREGUERIAS (com tradução de Vanderley Mendonça) é um livro em processo. Escrito entre 1910 até o ano de sua morte, 1963, essa escritura atomizada e intuitiva, de revelação momentânea, Gómez de la Serna a explicava com a seguinte equação: METÁFORA + HUMOR = GREGUERIA. Sobre as Greguerías, Borges dizia que Ramón, ali, colocava as palavras umas contra as outras. E Cortázar, em prefácio de uma das inúmeras coletâneas editadas deste livro, acrescentou: "Devo a Ramón conhecimentos e linhas de fuga". Esperamos vocês para uma noite de homenagem a este grande criador com a participação especial de Adolfo Montejo Navas, leituras e uma "exposição" gráfica das Greguerías na CASA DAS ROSAS.
Vanderley Mendonça Amauta Editorial
Escrito por anselmo às 15h58
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